
Paróquia Nossa Senhora de Fátima
Criada em 27 de agosto de 2004, é formada por 9 capelas. Tem como pároco e diretor espiritual o Padre Fausto Rodrigues dos Santos, que está a frente da paróquia desde sua criação. A paróquia faz parte do Vicariato Lagos da Arquidiocese de Niterói.
Pastoral da Comunicação
- *PASCOM*
- Somos a PAStoral da COMuniçação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Unamar. Responsáveis por esse blog, temos a missão de manter a comunidade informada sobre os eventos ocorridos em todas as 14 capelas que constituem nossa paróquia! Esperamos que, com a intercessão de São Francisco Salles, possamos cumprir nossa missão e evangelizar através da comunicação!
domingo, 29 de janeiro de 2012
4° DOMINGO DO TEMPO COMUM

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
3° DOMINGO DO TEMPO COMUM

domingo, 15 de janeiro de 2012
2° DOMINGO DO TEMPO COMUM
No Evangelho, temos o Encontro dos PRIMEIROS DISCÍPULOS com Jesus. (Jo 1,35-42) O Texto faz parte da semana inaugural no Evangelho de João e apresenta um modelo de chamado e de seguimento de Jesus.
O chamado nasce do testemunho de João Batista, a partir do qual formou-se uma corrente. Ninguém chega a Jesus sozinho. João Batista reconhece o Cristo que "passa" e aponta a dois discípulos, André e Filipe: "Eis o Cordeiro de Deus…" Os Dois Discípulos seguem o Cristo de longe, timidamente. Cristo vai ao encontro deles e começa o Diálogo:
"Que procurais"? - "Mestre, onde moras"? è "Vinde e vede"… Foram e permaneceram com ele todo o dia.
No dia seguinte: André leva o irmão Pedro até Cristo: Felipe chama Natanael: "Encontramos o Cristo".
Só podemos encontrar Jesus, se alguém nos fala dele. O Batista introduziu seus discípulos a Jesus, em seguida os discípulos procuraram outros candidatos.
VOCAÇÃO: Busca e Convite: O Cristão é, antes de tudo, aquele que acolhe o chamado de Deus para seguir Jesus Cristo. Esse seguimento tem um caminho a percorrer.
"O que estais procurando?"
São as primeiras palavras de Jesus no evangelho de João. Nós também estamos à PROCURA de algo e de alguém. Como os discípulos, procuramos saber quem é Jesus. O que estais buscando na vida? Qual a razão principal que nos move?
"Mestre, onde moras?"
A resposta dos discípulos é movida pelo desejo de comunhão. Os discípulos não estão interessados em teorias sobre Jesus. Querem, ao contrário, criar laços de intimidade com ele. "Onde moras?"
"Vinde e Vede"
Para criar intimidade com Jesus, são convidados: "Vinde e vede". É o encontro com Jesus na intimidade, na simplicidade e acolhimento. E o resultado da experiência aparece: "Então eles foram e viram onde Jesus morava. E permaneceram com ele naquele dia".
Discípulo de Jesus é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias libertador, que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega, que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e para viver em comunhão com ele, que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá-lo aos outros irmãos.
Deus também nos chama e convida para fazer parte da Comunidade de Jesus. Temos a mesma disponibilidade de Samuel: "Fala, Senhor, que teu servo escuta".
Temos o mesmo ardor missionário dos primeiros discípulos, que partiram com entusiasmo para anunciar aos amigos o tesouro que encontraram? Cristo conta com Você!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
EPIFANIA DO SENHOR

A 1a Leitura anuncia a chegada da Luz salvadora do Senhor, que alegrará Jerusalém e que atrairá a ela povos de todo o mundo. (Is 60,1-6) Jesus é a Luz que vence as trevas do pecado e da opressão e que dá ao mundo um rosto mais brilhante de vida e de esperança. Hoje a Igreja é a comunidade dos que aderiram a Jesus e acolheram essa Luz. Em nossas comunidades brilha a luz libertadora de Jesus?
A 2ª Leitura apresenta o projeto salvador de Deus, como uma realidade que vai atingir toda a humanidade juntando JUDEUS e PAGÃOS, numa mesma comunidade de irmãos, a comunidade de Jesus. (Ef 3,2-3a.5-6)
Evangelho apresenta Jesus como a LUZ, que atrai para si todos os povos. (Mt 2,1-12) Os MAGOS, representando todos os povos da terra, vão a Jerusalém, ao encontro de Jesus, o aceitam como "Salvação de Deus" e o adoram. A Salvação, rejeitada pelos habitantes de Jerusalém, torna-se agora uma oferta universal.
A narrativa, exclusiva de S. Mateus, tornou-se muito conhecida e popular. No entanto, não estamos diante de uma reportagem jornalística que faz a cobertura oficial de três chefes de estado a outro país. Estamos diante de uma CATEQUESE sobre Jesus, destinada a apresentar Jesus como Salvador de todos os homens. A Estrela, inventada por Mateus, não é um astro no céu, mas a pessoa de Jesus. Ele é a "Luz" anunciada pelos profetas, que ilumina todos os povos e nações. Os Magos representam todos os homens que vão ao encontro de Jesus e se deixam guiar pela sua mensagem de paz e de amor. Intenção de Mateus era apresentar Jesus como o Messias, o novo Moisés o ungido de Deus, recusado pelos judeus e aceito pelos pagãos que formarão o novo Israel, o novo povo de Deus: a Igreja.
Duas atitudes diferentes vão se repetir ao longo de todo o Evangelho: O Povo de Israel rejeita Jesus, enquanto os "magos" (pagãos) O adoram; Herodes e Jerusalém "ficam perturbados" diante da notícia do nascimento do menino e planeiam a sua morte, enquanto os pagãos sentem uma grande alegria e reconhecem em Jesus o seu salvador. Mateus mostra que Jesus vai ser rejeitado pelo seu Povo; mas vai ser acolhido pelos pagãos, que formarão o novo Povo de Deus.
O Caminho seguido pelos Magos para encontrar Jesus é o caminho a ser seguido por todos nós, em nossa procura de Deus: Estão atentos aos sinais (estrela), percebem que Jesus é a Luz que traz a Salvação, põem-se decididamente a caminho para o encontrar, perguntam aos judeus, que conhecem as Escrituras, o que fazer, encontram Jesus e o adoram como "Senhor".
Os magos aceitaram o convite e não perderam a esperança: nem mesmo na incompreensão dos contemporâneos. Nas dificuldades da longa caminhada, na ignorância e maldade de Herodes. Na indiferença dos sacerdotes, nem estranharam o ambiente rústico do menino, procurado como rei dos judeus.
Se olharmos o mundo e os homens com os olhos da fé tudo será uma manifestação e presença de Deus uma perene Epifania...
Os magos não se apresentam de mãos vazias. Oferecem o que tinham de melhor.
O que podemos oferecer hoje ao menino de Belém? Certamente ele gostaria de ganhar um pouco do nosso tempo, um espaço em nosso coração, a partilha dos nossos dons.
domingo, 1 de janeiro de 2012
SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas. Celebra-se a Solenidade de Santa Maria, MÃE DE DEUS: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu "sim" ao projeto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se também o DIA MUNDIAL DA PAZ: em 1968, o Papa Paulo VI propôs que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo. Celebra-se ainda o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama e que todo o dia nos oferece a sua bênção e a vida em plenitude.
As leituras nos propõem esses temas:
A 1ª Leitura, sublinha a presença contínua de Deus em nossa caminhada e recorda que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude. (Nm 6,22-27)
Era uma fórmula de Bênção usada no Templo de Jerusalém para abençoar a comunidade, no final das celebrações litúrgicas, antes de o Povo regressar a suas casas: "O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a Paz".
A Bênção de Deus sempre é uma garantia de sua presença e uma fonte de paz. Fortalecidos pela nova luz que provêm da fé, queremos iniciar o novo Ano.
A 2ª Leitura evoca outra vez o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus "filhos". É nessa situação privilegiada de "filhos" livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe 'abbá" ("papai"). Cristo se "humaniza" para divinizar o homem. (Gl 4,4-7)
O Evangelho apresenta Maria, recebendo feliz a visita dos PASTORES e meditando em seu coração tudo o que falavam do Messias. (Lc 2,16-21) O texto não é uma reportagem do nascimento de Jesus; mas uma catequese sobre quem é esse menino e qual a sua missão: Jesus é o Messias libertador, enviado a trazer a paz.
Depois que os pastores escutaram a "boa nova" do nascimento do libertador, dirigem-se "apressadamente" ao encontro do menino. Sublinha a ânsia com que os pobres e os marginalizados esperam a ação libertadora de Deus e apressam-se para ir ao seu encontro. A disponibilidade de coração é a primeira coisa que Deus pede. Glorificam e louvam a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido: é a alegria pela libertação que se converte em ação de graças. Depois, vão correndo anunciar aos outros a sua grande alegria e todos os que os escutam também ficam admirados.
A Atitude de Maria: Ela "conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração".
É a atitude de quem é capaz de abismar-se com a ação do Deus libertador, com o amor que Ele manifesta nos seus gestos em favor dos homens. A Maternidade de Maria não termina em Belém, prolonga-se até a Cruz e a toda a Igreja. A atitude meditativa de Maria, que interioriza e aprofunda os acontecimentos, complementa a atitude "missionária" dos pastores, que proclamam a ação salvadora de Deus, manifestada no nascimento de Jesus. Estas duas atitudes são essenciais na existência de quem crê.
Hoje também é o 45º DIA MUNDIAL DA PAZ dedicado ao tema: "Educar os jovens para a justiça e para a paz". Durante as festas de Natal, ouvimos com frequência a palavra "Paz". Maria é apresentada como aquela que gerou o "Principe da Paz". A Igreja quer nos lembrar desde o primeiro dia do ano, que a paz anunciada pelos anjos em Belém, é possível. PAZ no coração, na família, na vizinhança, na comunidade, no trabalho. O Papa, na Mensagem para o dia de hoje, aborda uma questão urgente: "Escutar e valorizar as novas gerações na realização do bem comum e na afirmação de uma ordem social justa e pacífica, na qual possam ser plenamente manifestados e realizados os direitos e liberdades fundamentnais do ser humano". (Bento XVI)
ORAÇÃO DE JANEIRO
sábado, 31 de dezembro de 2011
INTENÇÕES PARA O ANO NOVO
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL
Natal
somos nós quando decidimos
nascer de novo, a cada dia,
nos transformando.
Somos o pinheiro de
natal quando resistimos
vigorosamente aos tropeços
da caminhada. Somos os enfeites de
natal quando nossas virtudes,
nossos atos, são cores que adornam.
Somos os sinos do natal quando chamamos,
congregamos e procuramos unir.
Somos luzes do natal quando simplificamos
e damos soluções.
Somos presépios do natal quando nos
tomamos pobres para enriquecer a
todos. Somos os anjos do natal
quando cantamos ao mundo o amor e
a alegria. Somos os pastores
de natal quando enchemos nossos
corações vazios com Aquele
que tudo tem. Somos estrelas
do natal quando conduzimos
alguém ao Senhor.
Somos os Reis Magos quando
damos o que temos de melhor,
não importando a quem.
Somos as velas do natal
quando distribuímos harmonia
por onde passamos. Somos Papai Noel
quando criamos lindos
sonhos nas mentes infantis.
Somos os presentes de natal
quando somos verdadeiros amigos para todos.
Somos cartões de natal quando a bondade
está escrita em nossas mãos.
Somos as missas do natal quando
nos tomamos louvor, oferenda e comunhão.
Somos as ceias do natal quando
saciamos de pão, de esperança, qualquer
pobre do nosso lado. Somos as
festas de natal quando nos despimos
do luto e vestimos a gala.
Somos sim, a Noite Feliz do Natal,
quando humildemente e conscientemente,
mesmo sem símbolos e aparatos,
sorrimos com confiança e ternura na
contemplação interior de um natal perene
que estabelece seu Reino em nós.
Obrigado Jesus! Por vossa luz,
perdão e compreensão.
Feliz Natal!
NATAL - MISSA DO DIA

O Evangelho é um Hino Cristológico, que expressa a fé em Cristo, enquanto PALAVRA viva de Deus, tornada pessoa
O texto é um Hino, que expressa a fé da comunidade de João em Cristo, a sua origem eterna, a sua procedência divina, a sua influência no mundo e na história, possibilitando aos homens que O acolhem e escutam tornarem-se "filhos de Deus".
É o Prólogo ao Evangelho, segundo João. A expressão "no princípio" relaciona com a narrativa da Criação. Sugere que a missão da "Palavra" é completar a primeira criação, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus. A "Palavra" (Lógos) é uma realidade anterior ao céu e à terra. Essa "Palavra" estava em Deus e "era Deus". É Deus que se comunica como "Palavra". Essa "Palavra" é geradora de vida para o homem e para o mundo. Ela se fez "carne" em Jesus e "montou a sua tenda no meio de nós". Agora, Jesus é a "tenda" onde Deus habita. A função da "Palavra" é comunicar aos homens a vida em plenitude, a "Luz" que ilumina o caminho para a verdadeira Vida. Muitos recusam essa "Luz", preferem caminhar nas trevas. Quem acolhe a "Palavra" participa da Vida de Deus, torna-se "filho de Deus".
Neste dia, somos convidados a contemplar, numa atitude de serena adoração, esse amor sem limites, que aceitou revestir-se de nossa fragilidade, a fim de nos dar vida
O presépio que hoje contemplamos não deve ser apenas um quadro bonito e terno, mas uma interpelação para acolher a "Palavra" e crescer como homem novo.
Hoje, como ontem, a "Palavra" continua a nos confrontar: Muitos ainda recusam a "Luz" e preferem andar nas "trevas". Qual é a nossa escolha?
NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

O Evangelho narra a realização da tão esperada promessa: O Sinal é um menino recém-nascido em Belém, envolto em faixas e deitado numa manjedoura. (Lc 2,1-14)
Lucas pretende apresentar uma catequese sobre Jesus. Por isso, as indicações são mais teológicas do que geográficas ou históricas. BELÉM: Sugere que Jesus é o Messias, da descendência de Davi, anunciado pelos profetas. Um lugar pequeno e afastado dos grandes centros.
O QUADRO do Nascimento: apresenta a pobreza e a simplicidade que rodeiam a vinda ao mundo do libertador dos homens: a falta de lugar na hospedaria, a manjedoura dos animais a fazer de berço, os panos improvisados que envolvem a criança, a visita dos pastores. É na pobreza, na simplicidade, na fragilidade, que Deus se manifesta aos homens e lhes oferece a salvação.
As TESTEMUNHAS do Nascimento: Os Pastores, gente considerada rude, violenta, marginalizada, colocada ao lado dos publicanos e dos cobradores de impostos. Sugere que é para estes pecadores e marginalizados que Jesus vem; por isso, a chegada de um tal "salvador" é uma "boa notícia": a partir de agora, os pobres, os fracos, os marginalizados, os pecadores, são convidados a integrar a comunidade dos filhos amados de Deus.
Os TÍTULOS dados pelos anjos definem o papel e a Missão de Jesus: Ele é "o Salvador, Cristo e Senhor".
No Prefácio, proclamamos hoje jubilosos nossa ação de graças ao Pai. "Quando o vosso Filho se fez homem, nova LUZ da vossa glória brilhou para nós, para que, vendo a Deus com nossos olhos, aprendêssemos a amar nele a divindade que ao vemos" (prefácio).
Essa Luz já está presente em nossa vida, iluminando nossos atos? Por que ele quis nascer na pobreza, fora de casa, sem o aconchego de um berço bem quentinho? E depois, passar longos anos nessa pobreza, vivendo com o trabalho de suas mãos e dar a vida por nós? Porque nos ama tanto e ama a todos. Sejamos os anunciadores dessa Boa Nova: Cristo nasceu, trazendo-nos a alegria e a Paz.