quinta-feira, 11 de março de 2010

“Graças, Senhor! Graças e louvores sem fim”, dizia José o tempo todo.

Bendizia a casa de Davi e o fato de ter conhecido Maria, a virgem que gestaria o Messias. Agradecia a Deus ter olhado para ele com tanta consideração e confiança. Derramava-se de gratidão e alegria quando tomava Jesus nos braços e iam passear, colher figos, comprar madeira.

Seu coração se dilatava e se deleitava, regozijando-se no Senhor que olhara para sua humildade e agora morava em sua casa.

Servo agradecido e silencioso.

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