Nas praças da cidade onde Deus gostaria de morar, as pessoas se cumprimentam quando se cruzam e não têm pressa ou receio.
Não há mendigos nem bêbados, porque a cidade é feliz.
Há bancos para todos, espaço para manifestações artísticas e de cidadania consciente.
Os velhos passeiam com as crianças e os jovens estão tranqüilos e felizes.
Nessas praças, Deus passeia feliz.
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