Nas indústrias da cidade onde Deus gostaria de morar, os robôs só fazem o trabalho perigoso e arriscado, porque nada supera a criatividade e a engenhosidade humanas.
A linha de produção é sempre dinâmica e desafiadora, mas não massacrante e massificante.
A poluição foi substituída por verde e vida, por compromisso e solidariedade. E o progresso é grande.
Nessas indústrias, Deus se ocupa da energia.
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