Pastoral da Comunicação

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Somos a PAStoral da COMuniçação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Unamar. Responsáveis por esse blog, temos a missão de manter a comunidade informada sobre os eventos ocorridos em todas as 14 capelas que constituem nossa paróquia! Esperamos que, com a intercessão de São Francisco Salles, possamos cumprir nossa missão e evangelizar através da comunicação!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Lc 15,1-10

Nesta parábola, Cristo ensina que mesmo os que são indiferentes aos apelos de Deus não deixam de ser objeto do Seu amor incondicional. Continuam sendo procurados para salvação.


A expressão “acender a candeia” define claramente o dever dos cristãos para com os que necessitam de auxílio devido ao distanciamento de Deus. Os errantes não devem ser deixados em trevas e no erro, mas cumpre empregar todos os meios possíveis para trazê-los novamente à luz.


Alguns se encontram perdidos longe de nossos olhos. É preciso ir buscá-los. Outros, porém, estão bem perto, fazem parte da nossa família. É o seu marido, sua esposa, filhos ou pais que hoje estão perdidos e que você deve buscar.


Assim todo ser humano, embora degradado pelo pecado, é precioso aos olhos de Deus. Como a moeda traz a imagem e a inscrição do poder reinante, igualmente – ao ser criado – o homem traz a imagem e a inscrição de Deus. E, mesmo ainda manchada e desfigurada pela influência do pecado, permanecem em toda alma os traços dessa inscrição.


Santo do dia: Martinho / Sílvia / Malaquias / Humberto.

Comemoração: Dia do Cabeleireiro.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS

Jo 11,17-27

"Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra viverá." Jo 11,25

Neste dia dos falecidos podemos cair na tentação de ficar presos à realidade da morte, como se ela fosse a última palavra. Afinal, Cristo ressuscitou! Ele venceu a morte! Ela é passagem para a vida eterna com Deus. Celebremos, pois, o dia de Finados, como a vitória de Cristo sobre a morte! Nada de lamentações! Tenhamos atitude de fé. Rezemos pelos irmãos e irmãs falecidos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lc 14,15-24

"Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus! Lc 14,15

Somos todos convidados para o banquete do Reino, que é vida em plenitude, amor sem fim, alegria sem par. Como Cristo nos apresenta no evangelho, é junto dele e irmanados como irmãos verdadeiros que encontramos a vida. Podemos arrumar muitas desculpas para não aceitar o convite de Jesus. Por isso, indignado, o dono da desta abre as portas aqueles que estão longe, pois os de perto têm outras coisas para cuidar. O que hoje ocupa em nós o lugar do Reino?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lc 14,12-14

Hoje, o Senhor ensina-nos o verdadeiro sentido da generosidade cristã: o dar-se aos demais. «Quando ofereceres um almoço ou jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes podem te convidar por sua vez, e isto já será a tua recompensa» (Lc 14,12).


O cristão move-se no mundo como uma pessoa comum; mas o fundamento do trato com os seus semelhantes não pode ser nem a recompensa humana nem a vanglória; deve procurar ante tudo a glória de Deus, sem pretender outra recompensa que a do Céu. «Pelo contrário, quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos! Então serás feliz, pois estes não têm como te retribuir! Receberás a recompensa na ressurreição dos justos» (Lc 14, 13-14).


O Senhor convida-nos a dar-nos incondicionalmente a todos os homens, movidos somente pelo amor a Deus e ao próximo pelo Senhor. «Se emprestais àqueles de quem esperais receber, que recompensa mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto» (Lc 6,34).


Isto é assim porque o Senhor ajuda-nos a entender que se damo-nos generosamente, sem esperar nada em troca, Deus nos pagará com uma grande recompensa e nos fará seus filhos prediletos. Por isto, Jesus nos diz: «Pelo contrário, amai os vossos inimigos, fazei bem e emprestai sem daí esperar nada. E grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo» (Lc 6-35).


Santo do dia: Afonso de Palma, Antônio de Milão e Foilano.

Comemoração: Início da Semana de Prevenção contra Doenças do Coração e dia do Saci

domingo, 30 de outubro de 2011

31º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Mt 23,1-12


A hipocrisia destrói o projeto do Reino. Simplicidade e humildade são os elementos centrais na organizaçãoda comunidade religiosa. Sendo um só nosso Pai, nós, filhos, devemos estar contínua vigilângia para não nos movermos a partirda vaidade, do orgulho e da hipocrisia. Sonhamos com uma Igreja com mais irmãos e menos "chefes". Todo ministério pastoral está a serviço da evangelização. Ser importante para a dinâmica do Evangelho é poder servir e não servi-se das pessoas. Somente quem serve é grande na lógica do Reino. Quando a motivação primeira de nossas atividades pastorais or a doação, então teremos verdadeiras comunidades cristãs.

sábado, 29 de outubro de 2011

Lc 14,1.7-11

"Porque quem se eleva será humilhado e quem se humilha será elevado." Lc 14,11


Jesus ensina aos fariseus que em seu Reino não há divisão de lugares importantes e menos importantes. Deus dá a cada um conforme sua vontande. O mais importante é ocupara o lugar que o Senhor nos reservou. O Reino é fundada na humildade, na fraternidade e no serviço.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Lc 6,12-19

São Simão e São Judas Tadeu

Hoje contemplamos um dia inteiro da vida de Jesus. Uma vida que tem duas vertentes claras: a oração e a ação. Se a vida do cristão há de imitar a vida de Jesus, não podemos prescindir de ambas as dimensões. Todos os cristãos, inclusive aqueles que têm se consagrado à vida contemplativa, temos de dedicar uns momentos à oração e outros à ação, ainda que varie o tempo que dediquemos a cada uma.


Mas, afinal, por que estes homens e tantos outros seguiram Jesus? Porque Ele é o Senhor, porque Jesus é o amor. Ele, o único Deus que desceu até nós, curou-nos de todas as imundícies do mundo. Jesus foi e é o único dentre todos que morreu em uma cruz por nós. Por isso, não devemos ter outro Senhor além d’Ele!


De fato, nós custamos caro a Deus. O preço da nossa redenção foi o sangue de Seu próprio Filho. Por isso, quando deixamos de buscar Jesus para buscarmos outros que não nos podem dar a salvação, nós O desagradamos profundamente. Quando nos apegamos em outras religiões, em outras filosofias de vida, é o mesmo que dizer a Jesus que não valeu a pena Ele ter morrido numa cruz por nós.


Jesus é o único Senhor de nossas vidas. Abandone tudo aquilo que o afasta d’Ele! Próprias religiões como o álcool, o cigarro, as baladas, as drogas, a mentira, o adultério, o apego aos bens materiais. Tudo isso e muito mais, aos poucos, vai tomando o lugar que deveria ser de Jesus.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Lc 13,31-35

Hoje podemos admirar a firmeza de Jesus no cumprimento da missão encomendada pelo Pai do céu. Ele não se deteve por nada: Eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã (Lc 13,32). Com esta atitude, o Senhor marcou a pauta de conduta que ao longo dos séculos seguiriam os mensageiros do Evangelho ante as persecuções: não dobrar-se ante o poder temporário. Santo Agostinho disse que, em tempo de persecuções, os pastores não devem abandonar os fiéis: nem os que sofrerão o martírio nem os que sobreviverão como o Bom Pastor, que quando vê que vem o lobo, não abandona o rebanho, senão que o defende. Mas visto o fervor com que todos os pastores da Igreja se dispunham a derramar o seu sangue, indica que o melhor será jogar a sorte quem dos clérigos se entregarão ao martírio e quais se porão a salvo para logo cuidarem dos sobreviventes.

Na nossa época, com freqüência, nos chegam notícias de persecuções religiosas, violências tribais ou revoltas étnicas em países do Terceiro Mundo. As embaixadas ocidentais aconselham aos seus concidadãos que abandonem a região e repatriem o seu pessoal. Os únicos que permanecem são os missioneiros e as organizações de voluntários, porque para eles pareceria uma traição abandonar os seus em momentos difíceis.

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste! (Lc 13,34-35). Esse lamento do Senhor produz em nós, os cristãos do século XXI, uma tristeza especial, devido ao sangrento conflito entre judeus e palestinos. Para nós, essa região do Próximo Oriente é a Terra Santa, a terra de Jesus e de Maria. E o clamor pela paz em todos os países deve ser mais intenso e sentido pela paz em Israel e Palestina.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Lc 13,22-30

No Evangelho de hoje, Jesus anuncia Sua mensagem de salvação ensinando de cidade em cidade, de povoado em povoado. Ao mesmo tempo, Ele se aproxima de Jerusalém, onde alguém lhe pergunta: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”


É a tentação de sempre, daqueles que se julgam “proprietários” da salvação, especialmente os fariseus. Mas é também a tentação que temos nós, discípulos, quando perdemos a dimensão da espera. Quando acreditamos que “os muros da nossa cidade interior” são tão seguros a ponto de não precisar de vigilância.


“Para mantermos a vida de fé necessitamos fazer todo o esforço possível para passar pela porta estreita”, diz o Senhor. Com este símbolo, Jesus não tem a intenção de dizer que, devido ao monte de gente que quer a vida eterna, tenhamos que “empurrar uns aos outros” pra poder garantir nosso lugar. Não! Devemos nos esforçar sim; não basta querermos.


É verdade que não podemos nos salvar por nossas próprias forças, mas isto não acontece sem a nossa ação, com uma atitude de pura passividade. Deus nos salva, mas nos leva a sério como pessoas livres e responsáveis. Devemos nos esforçar e lutar, aproximando-se decididamente e conscientemente do Senhor para superar os obstáculos e testemunhá-lo com a nossa vida.


Com a afirmação sobre a porta que é fechada pelo dono da casa, Jesus quer nos dizer que devemos nos esforçar, porque nosso tempo é curto. Não podemos adiar “pra não sei quando” o esforço de viver em comunhão com Deus. Com a nossa morte, a porta será fechada e será decidido o nosso destino. Então, será muito tarde para querer chamar e bater.


Devemos levar também em conta que o nosso tempo, além de limitado não é do nosso controle. Não podemos viver uma vida segundo o nosso bel-prazer e adiar para a velhice a preocupação pela salvação. Não somos nós que fechamos a porta, mas Deus. Por isso, devemos estar sempre prontos.


Quem não se orienta pela vontade de Deus, quem rejeita, conscientemente, a comunhão com Ele, já excluiu a si próprio da salvação. Esta sua decisão é respeitada e confirmada pelo Senhor. E seria triste chorar de desgosto e ranger os dentes de raiva por se dar conta do que foi perdido.


Jesus nos interpela. Para chegarmos ao Reino, à vida plena, à felicidade eterna – dom de Deus oferecido a todos – é preciso renunciar a uma vida baseada naqueles valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes e autossuficientes para seguir Jesus no Seu caminho de amor, de entrega e dom da vida.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Lc 13,18-21

Santo Antonio de Sant’Anna Galvão

Hoje, os textos da liturgia, mediante duas parábolas, põem diante de nossos olhos uma das características próprias do Reino de Deus: é algo que cresce lentamente, como um grão de mostarda, mas que chega a ser grande ao ponto de oferecer refúgio às aves do céu. Com essa parábola, Nosso Senhor exorta à paciência, à fortaleza e à esperança. Essas virtudes são particularmente necessárias a aqueles que se dedicam à propagação do Reino de Deus. É necessário saber esperar a que a semente plantada, com a graça de Deus e com a cooperação humana, vá crescendo, aprofundando suas raízes na boa terra e elevando-se pouco a pouco até converter-se em árvore. Faz falta, em primeiro lugar, ter fé na virtualidade, fecundidade, contida na semente do Reino de Deus. Essa semente é a Palavra; é também a Eucaristia, que se semeia em nós mediante a comunhão.


A segunda comparação foi com o fermento que se mistura com três porções de farinha até que tudo fique fermentado. Jesus entendia até de cozinha! Quem cozinha sabe que não é só jogar o fermento e pronto! Existe todo um processo para fazer ele penetrar na massa.


Eu fico imaginando aquelas mulheres quando iam preparar o pão, fazendo as analogias a cada gesto durante a preparação. A farinha é o nosso ser e o fermento é o amor. Enquanto a massa vai sendo misturada com o fermento, ela precisa ser batida, amassada e remodelada para que o fermento se misture e fique igualmente distribuído em toda a massa, para que, no momento de ir ao fogo, o pão resista ao calor e cresça por igual.


Nós também precisamos ser amassados e remodelados para que o amor preencha todas as áreas da nossa vida. Enquanto houver áreas sem fermento, será preciso amassá-la e sovar um pouco mais, até que o fermento do amor entre nela. Tudo isso para que, no momento de ir ao fogo, o nosso pão cresça por igual sem áreas deformadas pela falta do fermento.


Parábolas que animam a paciência e a esperança; parábolas que se referem ao Reino de Deus e à Igreja, e que se aplicam também ao crescimento deste mesmo Reino em cada um de nós.